À noite cai todos dormem e eu ainda to aqui, o vento toca em meu cabelo e embora saiba que não estou só, é assim que me sinto.
Derrepente aquilo que senti ao sair volta, e é nessa solidão que ela se estabelece.
Eu vejo duas faces...
Eu sinto o vento tocar o meu cabelo e o toque de frescor no meu rosto, são simples, porém perfeitos os teus afagos.
Eu oro em pensamento, sorrio aqui em segurança, embora o risco que meu coração passe ao lembrar as duas faces...
Lá fora o desespero, o grito sufocado, a lagrima quente, e um pensamento que pedi: VEM LOGO POR QUE EU NÃO AGUENTO MAS...
Como um soco no estomago, eu me ergo levanto minhas armas e peço socorro, sem ar, sem forças e com medo... mais eu ainda tento,me firmo na certeza de que eu vou conseguir vencer,por que é egoísmo desistir.E mesmo me sentindo invisível percebo os teus olhos que me sondam sem parar.
A força vem, a alegria das promessas, o profeta revela o mistério, e o levita que busca la no fundo o seu instinto de adoração... E mesmo assim as pessoas não deixam de morrer,por isso não sei se sempre vou estar sorrindo,talvez mesmo diante de um grito de júbilo eu chore,eu sempre estarei diante de duas faces enquanto estiver aqui...a alegria e a dor...o bem e o mal.Essas paredes não podem ser como cofres,ou baús que escondem os mais valiosos tesouros,porém que guardados não possuem valor algum..."uma face se revela"e no decorrer das palavras as faces se descobrem,e antes que a nossa nudez apareça eu me despeço.

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